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terça-feira, 5 de maio de 2009



MÃE

Do teu ventre sagrado eu nasci. Desde o primeiro momento, desde o meu primeiro respirar tu estiveste aqui, comigo. Por mais palavras que eu possa ler neste poema, por mais lindas que elas sejam, nenhuma delas poderá descrever o amor que sinto por ti. Porque tu minha mãe, TU ÉS ÚNICA…foste tu, que com o teu amor incondicional me tornaste no que hoje sou. Foste tu, que com o teu semblante puro sofreste em dobro todas as minhas dores e desejaste ocupar o meu lugar. Por isso são infinitas as minhas DESCULPAS: Por todas as vezes em que não te dei o valor que realmente mereces; Por todos os momentos em que feri a tua alma e sofreste por mim; Por todos os momentos em que me amaste como só tu o sabes, e eu não soube corresponder; Por todas as vezes que choraste em silêncio pela minha ingratidão; E por todas as vezes em que não tive coragem de dizer: EU AMO VOCÊ por isso são também infinitos os meus OBRIGADOS: Por teres sido a minha fonte, quando não tinha onde beber; Por me teres dado colo, quando não tinha sequer uma pedra onde me sentar; Por teres lutado como uma guerreira ao meu lado, enquanto todos se escondiam; Por teres sido o meu sol, quando todas as luzes do meu mundo se apagaram.

MÃE EU TE AMOOOOOOOOOOOO

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